Existem pequenas, médias e grandes empresas que tiveram suas origens ou ainda são configuradas como empresas familiares, em que o patriarca ou a matriarca iniciaram as atividades com seu conhecimento e competência, desenvolveram todo um negócio, geralmente com bastante dependência dessa figura central e, algumas vezes, com a inclusão de seus filhos.
Mas e quando os filhos não desejam seguir os passos na empresa da família e preferem trilhar outros caminhos de profissões bem diferentes e sem conexão com a empresa familiar? Isso não necessariamente representa o fim da empresa familiar ou a saída da família daquele ramo de atividade, pois existem algumas possibilidades de estruturação que permitem que os filhos realizem seus sonhos profissionais em outras carreiras e ainda assim perpetuar tudo que foi idealizado pelo patriarca ou matriarca.
É importante não apenas um plano de negócios para que uma empresa vingue em determinado ramo de atividade, mas, conforme o tempo passa, é imprescindível pensar em um plano para que os fundadores possam se aposentar e desfrutar de tudo que conquistaram, incluindo aquilo que se faça necessário para a continuidade da geração de renda para a família. Diversos aspectos estão envolvidos nisso e vamos abordar um pouco deles em cada post.
Texto: Ubajara Arcas Dias
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